domingo, 12 de setembro de 2010

Sixpence None The Richer prepara novo álbum de inéditas


six

Após sete anos sem apresentar um novo projeto o Sixpence None the Richer anunciou um albúm de inéditas!

Este novo trabalho se chamará “Strange Conversation” e tem previsão de lançamento para o começo de 2011. Todas as músicas já estão prontas e algumas já são tocadas ao vivo em alguns shows que a banda realiza.

Segundo Leigh Nash ao site Pop Eater, devido ao tempo separados e as experiências vividas pelos atuais integrantes da banda, o som do “novo Sixpence” será mais maduro e possivelmente diferente dos outros trabalhos anteriores.

Comentário: Para quem, como eu, curte Sixpence. Eu sempre digo que não gosto de vocalistas mulheres em bandas (sem machismo), mas existem algumas exceções, como Amy Grant, Wendy Kaiser (Resurrection Band), Christine Denté (Out Of The Grey) e Leigh Bingham (Sixpence None The Richer). Vamos aguardar algumas semanas e ver se este disco continua tão bom quanto os trabalhores anteriores da banda.

sábado, 4 de setembro de 2010

Ciumento

Continuando a postagem anterior, vamos analisar a letra da música Jealous, do disco Deliberate People de Phil Joel.

A letra da canção se baseia em dois textos bíblicos: o livro de Oséias e a parábola do filho pródigo (Lc 15:11-32. Para quem nunca leu ou meditou no livro de profeta, aí está uma boa oportunidade.

A música possui duas partes, cada uma delas falada por um personagem. Na primeira parte, é Deus que fala:

Venha para mim, tenho estado à sua espera. O sol vai se levantar, venha para mim. Eu tenho um anel para o seu dedo. Não deixe que o passado fique entre nós, não corra para os braços de outros. Eles não te amam como eu posso amar você.

Você não sabe que eu sou um Deus ciumento? Sim, eu sou um Deus ciumento. Então, venha para mim, venha para mim.

Quando você não tem certeza de como se sente. Quando os ídolos começam a chamar, e você começa a cair, não corra para os braços de outro. Eu vou segurar você, eu sou capaz. Para levá-lo até as tranquilas águas vivas. Eu preparei uma festa sobre a mesa.

Oh! Eu sou um amante ciumento, ninguém pode te amar como eu amo você. Então venha para mim. Onde você está, meu amado? Meu amado, onde está você?

Na segunda parte da canção, vemos uma pessoa arrependida, o filho pródigo voltando ao pai, a mulher adúltera voltando ao seu marido:

Quando você veio me procurar, eu pensei que tinha acabado, pensei que já éramos história. E tudo que eu podia pensar, era como eu tinha deixado você pra baixo. Ah! como eu tinha deixado você para baixo.

Meu coração se prostituiu e vagueou para longe de casa. Como um navio sem âncora, navegando por si próprio. Quando você veio chamando, sempre chamando.

E até o altar eu vou, sozinho, acompanhado. E agora, nesse altar eu caio, abandonado, rendido, submisso. Eu sou Teu! Rendo tudo a Jesus. Dou tudo livremente para você.

A canção apresenta verdades importantes. Primeiro, que somos imperfeitos, incapazes de reconhecer o amor  de Deus. Depois que, quanto mais pecamos, mais nos afastamos de Deus, a ponto de acharmos não ter mais volta. Vemos também que é dele a iniciativa da reconciliação, que aquilo que não  jamais poderíamos fazer, ele fez por seu Amor. Nosso papel é reconhecer esse amor e nos entregarmos totalmente a ele. Por mais incrível ou improvável que seja, isso é o suficiente para termos nossa vida novamente ligada à dele. Ouça a música novamente, algumas vezes. Leia essa letra. Ore e aceite esse amor. Sua vida nunca mais será a mesma.

Graça e paz.

Marco André

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Pessoas decididas

Faz um bom tempo que tenho sentido vontade de escrever sobre Phil Joel e as suas músicas. Hoje, vou começar escrevendo um pouco sobre quem ele é, um pouco de sua carreira e de um disco em especial, que tenho ouvido muito ultimamente. Num próximo texto, vou analisar uma música em especial, fazendo uma tradução livre dela. No futuro, pretendo analisar outras músicas dele, pra nosso crescimento.

Phil Joel

Aviso 1: pare agora, entre no seção de músicas do site oficial do Phil Joel, em http://philjoel.com/music/, escolha o disco Deliberate People (Pessoas Decididas), e depois a última música, chamada Jealous (Ciumento). É sobre ela que vou escrever em breve e será bom você começar a ouvi-la enquanto lê, para ir entrando no clima da música. Infelizmente, não achei nenhum versão boa da música em vídeo, apenas um pequeno trecho de uma gravação ao vivo, disponível aqui. A letra em inglês, está aqui.

Aviso 2: Eu teria muito mais a escrever, mas pretendo deixar os textos curtos e fáceis de ler. Você vai ver muitos hiperlinks ao longo do texto (são os textos sublinhados ou de outra cor). Eles levam para referências que eu usei como base pro texto, ou pra textos que aprojundam ou detalham algum aspecto do que estou escrevendo. A maioria dos links leva pra outros sites, muito em inglês. Fique à vontade pra clicar neles e ler o que tem por lá. Só não esqueça de voltar pra cá depois. ;-)

Phil Joel ficou conhecido como baixista do Newsboys, posição que manteve de 1994 até o final de 2006. Vou lá que o conheci, cantando e escrevendo algumas músicas. Após isso, ele resolveu se dedicar a projetos pessoais, de onde surgiram 4 álbuns, além de um álbum dedicado às crianças. Desde a sua saída, tenho acompanhado seu trabalho e sua vida, e tenho sido muito abençoado pelo que ele tem vivido, escrito e falado. Os trabalhos dele, na carreira solo, são:

  • Watching Over You (2000)
  • Bring it On (2002)
  • The deliberatePeople. Album (2005)
  • deliberateKids (2007)
  • The New Normal (2008)
O terceiro álbum dele, Deliberate People,  é provavelmente o melhor. É um trabalho intimista, que lembra um pouco os álbuns conceituais, tão comuns antigamente. Nesse, a ideia por trás de todas as músicas é a busca de uma vida prática de comunhão com Deus, de devoção nas pequenas coisas, e de como Deus se agrada disso. Nas palavras do próprio autor:

"Um movimento para encorajar as pessoas a que exercerem deliberadamente (isto é, propositalmente) a sua relação com Deus diariamente. É muito simples. A ideia de sair diariamente  para estar a sós com Deus e aprender a ouvir a Sua voz através da leitura da Bíblia e da oração não é exatamente um pensamento original, mas é um que acreditamos que Deus nos quer fazer voltar nesses dias loucos."

Além das letras extremamente inteligentes, parte musical é de muita qualidade, bem trabalhada, com ritmos variados e uma interpretação que se encaixa perfeitamente com as letras. Acredito que isso se deva ao fato do álbum ter sido composto e gravado por Phil Joel e seus amigos em sua casa, cercado pelas suas famílias, num clima de paz e tranquilidade. Percebe-se que não ouve pressa na produção. O resultado vale a pena conferir.

Uma das músicas que mais me chamou atenção no álbum, tanto pela letra quanto pela interpretação, bastante emocional foi Jealous, título que traduzido significa ciumento. Eu gosto muito da forma como ele passa a emoção da música. Mas afinal, quem é ciumento? Antes de escrever sobre ela, fui verificar o que o próprio autor disse sobre ela. Veja que interessante:

"Hum, por onde eu começo? Esta foi a primeira música que começamos a gravar, mas o última a ser concluída. Demorou muito tempo porque eu não tinha certeza de como tirá-lo e gravá-la do jeito certo. Eu queria que ela fosse sentida como um épico com um sensação de jornada, mas não com uma caminho perfeitamente orquestrado e delineado. Ela precisava ser quebrada, e um pouco confusa, mas com beleza e simplicidade. É a minha história e espero que seja a sua também. É o conto do filho pródigo contado através de nossas próprias vidas. É a história de um pai que quer seus filhos de volta. É uma história com um começo inocente onde a tragédia quebra e destrói a cena. É como o pai foi longe para ver a família reunida e em comunhão novamente. Se há uma canção que eu quero que as pessoas ouçam, é esta."

Eu colocaria a tradução livre da música aqui, juntamente com minhas impressões. No entanto, este texto acabou ficando muito longo, então vou encerrá-lo por aqui e a música fica pra próxima postagem. Até lá!

Graça e paz.

Marco André

Atualização: leia também a continuação desse texto.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Feito de modo especial e admirável



Fearfully and wonderfully made - Matt Redman

Feito de modo tão especial e maravilhoso. Como eles poderiam dizer que Deus não existe? Lembrado de cada fôlego que tomei, foi por tua mão que fui formado. Então o que vou fazer com essa vida que você me deu? O que eu poderia fazer além de viver para o seu louvor?

Você me deu esse fôlego e me deu essa força. E eu vou viver todos os meus dias pra obedecer você. Com todo o meu coração, com toda a minha alma. Que cada fôlego que eu tomar mostre você, Deus!

Há elegância em tudo que você criou. Seus projetos grandiosos nos deixam maravilhados. A forma maravilhosa como você nos criou falam do seu poder, contam sobre a sua graça. Então o que eu farei com essa vida que você me deu? O que eu poderia fazer além de viver para o seu louvor?

Então o que eu farei com essa vida que você me deu? O que eu farei com essa vida? O que farei com esses dias que você ordenou? O que vou fazer com essa vida? Toda minha vida, todos os meus dias?

Como eles poderiam dizer que Deus não existe? Como eles poderiam dizer que Deus não existe?

Essa bela oração foi escrita por Matt Redman e se tornou uma canção chamada Fearfully and Wonderfully Made. O título da música vem do versículo 14 do Salmo 139:


Algo que me chamou atenção nessa oração é que, após cada constatação da grandeza e soberania de Deus e das maravilhas da sua obra, o autor foi levado a um questionamento de suas atitudes, a fazer um compromisso de louvar a Deus, de mudar algo em sua vida. Meu desejo é poder conhecer cada dia mais a Deus e as suas obras e ser levado com isso a chegar mais perto dele.

Graça e paz!

domingo, 18 de julho de 2010

Três tipos de pessoas que o Senhor procura

Vemos muita gente buscando a Deus, das mais diversas formas, através de religiões, práticas, estudos filosofias, regras, estudos, boas-ações e por aí vai, numa lista interminável. A Bíblia no entanto, nos apresenta pelo menos três tipos de pessoas a que o Senhor procura. Nosso desafio e descobrir quem são estes tipo de pessoas e como podemos nos encaixar nessas categorias.

Fazendo uma rápida busca pela Internet podemos encontrar outros artigos falando do mesmo assunto, como este e este. Quando ouvi pela primeira vez esta lista, imediatamente me vieram à mente três músicas, cada uma ilustrando um tipo de pessoa. Aqui, procurarei apresentar brevemente os três tipos de pessoas, uma referência bíblica e a música correspondente.

Vamos os três tipos de pessoas que o Senhor procura:

1- Intercessores: Deus procura intercessores, pessoas que se coloquem na brecha pelo próximo.


Ez 22:30
[ler o capítulo]
"Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nenhum.

Música: Stand In The Gap (letra) - Petra - Letra e música de Bob Hartman



2- Trabalhadores: pessoas que façam a obra, seifeiros para a colheita, pessoas que possam ir e fazer discípulos semelhantes a Jesus.


Lc 10:2
[ler o capítulo]
E lhes disse: "A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita.


Mt 28:19
[ler o capítulo]
Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,

Música: I Am Available (letra) - Petra


3- Adoradores: pessoas que o adorem em espírito e em verdade.


Jo 4:23
[ler o capítulo]
No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura.

Música: Godpleaser (letra) - Petra


Diante do que vimos, sabemos que Deus procura estes três tipos de pessoas: intercessores, trabalhadores e adoradores. Cabe a nós agora, mediante a Sua Graça, sermos achados nestes grupos de pessoas.